O CONCEITO
Estando, na maioria das vezes, pouco consciente, a família vai a escola participar, opinar e reclamar somente quando a crise educacional atrapalha seus interesses. Não se dá conta, no entanto, da sua parcela na produção dos problemas dos quais se queixa, nem de suas dimensões. È função da escola fazer um trabalho com os pais, que propicie a discussão dos interesses coincidentes, bem como dos conflitantes.
A família e a escola vivem hoje uma crise em que os valores materiais pautam as relações. Assim, tanto escola como família necessitam repensar estas relações buscando princípios que possam unir, em alguns pontos, duas instituições tão complexas.
O envolvimento dos pais nas escolas produz efeitos positivos tanto nos pais quanto nas crianças, melhorando a auto-estima de ambos.
A família é um lugar indispensável para a garantia da sobrevivência e da proteção integral dos filhos e demais membros, independente do arranjo familiar ou da forma como vem se estruturando. Ela desempenha um papel decisivo na educação formal ou informal. É em seu espaço onde são absorvidos os valores éticos e humanitários em que se aprofundam os laços de solidariedade. A educação bem-sucedida da criança é que vai servir de apoio a sua criatividade e ao seu comportamento produtivo quando for adulto.
A família é a influência mais poderosa para o desenvolvimento da personalidade e do caráter, visto que a mesma é o primeiro vínculo (na figura da mãe) com a criança e é responsável por grande parte de sua educação e de sua aprendizagem. E é por meio desta aprendizagem que a criança é inserida no mundo cultural simbólico e começa a construir seus saberes.
Considerando toda essa influência exercida pela família no desenvolvimento dos filhos, é possível perceber a sua importância no processo de escolarização. Toda a nossa vida escolar é influenciada negativa ou positivamente pela família. Esta é um suporte que apresenta o mundo a seus filhos, o canal pelo qual se pode tratar a questão da socialização, o primeiro grupo responsável pela tarefa socializadora. Ela constitui a mediação entre o homem e a sociedade.
Comparando o modelo de família de algumas décadas atrás com o de hoje, perceberemos o quanto ela mudou. Há famílias de pais biológicos ou figuras que os representem, há famílias de tios, avós... E são nessas famílias que as crianças estão sendo educadas.
O PROCESSO
Aspectos a serem pontuados na relação família – educação:
Em primeiro lugar é preciso reconhecer que a família, independente do modelo como se apresente, pode ser um espaço de afetividade e de segurança, mas também de medos, incertezas, rejeições, preconceitos e até violência. Assim, é fundamental que conheçamos os alunos e as famílias com as quais lidamos. Quais são suas dificuldades, seus planos, seus medos e anseios? Enfim, que características e particularidades marcam a trajetória de cada família e, consequentemente, do educando a quem atendemos. Essas informações são dados importantes para que possamos avaliar o êxito de nossas ações, identificar demanda e construir propostas compatíveis com a realidade. Para tal, precisamos nos despir de preconceitos e incorporar o espírito de investigador, observador, que busca o desconhecido, sem perder o foco no objetivo.
O CONCEITO
Estando, na maioria das vezes, pouco consciente, a família vai a escola participar, opinar e reclamar somente quando a crise educacional atrapalha seus interesses. Não se dá conta, no entanto, da sua parcela na produção dos problemas dos quais se queixa, nem de suas dimensões. È função da escola fazer um trabalho com os pais, que propicie a discussão dos interesses coincidentes, bem como dos conflitantes.
A família e a escola vivem hoje uma crise em que os valores materiais pautam as relações. Assim, tanto escola como família necessitam repensar estas relações buscando princípios que possam unir, em alguns pontos, duas instituições tão complexas.
O envolvimento dos pais nas escolas produz efeitos positivos tanto nos pais quanto nas crianças, melhorando a auto-estima de ambos.
A família é um lugar indispensável para a garantia da sobrevivência e da proteção integral dos filhos e demais membros, independente do arranjo familiar ou da forma como vem se estruturando. Ela desempenha um papel decisivo na educação formal ou informal. É em seu espaço onde são absorvidos os valores éticos e humanitários em que se aprofundam os laços de solidariedade. A educação bem-sucedida da criança é que vai servir de apoio a sua criatividade e ao seu comportamento produtivo quando for adulto.
A família é a influência mais poderosa para o desenvolvimento da personalidade e do caráter, visto que a mesma é o primeiro vínculo (na figura da mãe) com a criança e é responsável por grande parte de sua educação e de sua aprendizagem. E é por meio desta aprendizagem que a criança é inserida no mundo cultural simbólico e começa a construir seus saberes.
Considerando toda essa influência exercida pela família no desenvolvimento dos filhos, é possível perceber a sua importância no processo de escolarização. Toda a nossa vida escolar é influenciada negativa ou positivamente pela família. Esta é um suporte que apresenta o mundo a seus filhos, o canal pelo qual se pode tratar a questão da socialização, o primeiro grupo responsável pela tarefa socializadora. Ela constitui a mediação entre o homem e a sociedade.
Comparando o modelo de família de algumas décadas atrás com o de hoje, perceberemos o quanto ela mudou. Há famílias de pais biológicos ou figuras que os representem, há famílias de tios, avós... E são nessas famílias que as crianças estão sendo educadas.
O PROCESSO
Aspectos a serem pontuados na relação família – educação:
Em primeiro lugar é preciso reconhecer que a família, independente do modelo como se apresente, pode ser um espaço de afetividade e de segurança, mas também de medos, incertezas, rejeições, preconceitos e até violência. Assim, é fundamental que conheçamos os alunos e as famílias com as quais lidamos. Quais são suas dificuldades, seus planos, seus medos e anseios? Enfim, que características e particularidades marcam a trajetória de cada família e, conseqüentemente, do educando a quem atendemos. Essas informações são dados importantes para que possamos avaliar o êxito de nossas ações, identificar demanda e construir propostas compatíveis com a realidade. Para tal, precisamos nos despir de preconceitos e incorporar o espírito de investigador, observador, que busca o desconhecido, sem perder o foco no objetivo.